
A mãe religiosa de Isaac teve uma conversa pessoal com Deus e ele exigiu o sacrifício de seu filho. Para fugir deste sacrifício o rapaz se prendeu no porão e isso é o plot bizarro de um jogo cheio de referências bíblicas (lembra da história de Abraão que teve o filho Isaac depois de velho e recebeu a ordem de Deus de sacrificá-lo? Pois é.)
Mas deixe a bíblia de lado, vou falar do jogo! E já disse que é mais um jogo indie? De novo eu falando de jogos que são rotulados dessa forma tão ampla e talvez injusta, mas mesmo sem ser hipster, são meus preferidos (dentre os de grandes produtoras, atualmente estou com Portal 2, e sonhando com Diablo 3)
Então você é Isaac, está assustado e acuado no porão. Sua arma? Suas lágrimas!
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Lançado há 10 meses mas só agora tive a oportunidade de jogar MESMO. Reação clássica ao abrir Limbo pela primeira vez: cadê cutscenes? tela de introdução? clique para jogar?
Simplesmente aparece lá o moleque-sombra com olhos brancos brilhantes (o jogo é todo P&B) e sua reação criada com anos de jogatina é apertar a seta para a direita. Sim, você fez certo, o jogo começa, mas nada é explicado. Depois de muito esforço você descobrir que precisa apertar Ctrl para manipular objetos (ops, spoiler?) e é tudo. Não há outros controles. No máximo o ESC que exibe o menu.
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Já ouviu falar deste jogo? Eu também não, pelo menos não até julho do ano passado quando meu apartamento estava em reforma e eu, sem NADA pra fazer da vida, navegando me bato com esse jogo por US$2,49 na Steam.
Demorei pra me decidir, perdi a promoção mas acabei comprando por US$4,99 (o preço normal é US$9,99). Pelo que ele me divertiu durante a reforma já se pagou e muito. Foi uma bela descoberta que fiz, viciei, jogo sempre que posso e hoje tenho 72 horas acumuladas no jogo (obrigado Steam pelas estatísticas).
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