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Existem zilhões de Apps para Android e é por isso que receber boas indicações sempre facilita. Assim como na Parte 1 citei os utilizados para Compras, hoje falarei dos jogos que tenho. Sinceramente não gasto muito tempo com eles, por isso mesmo opto pelos mais casuais, nada tão complexo e tridimensional-ocupando-4Gb-da-memória. Vejamos (em ordem alfabética):

 

Angry Birds (grátis)

angrybirds

Clássico dos clássicos, ao ponto de ter ficado chato e ninguém jogar mais – está instalado pro caso de algum amigo (especialmente crianças) querer brincar. Se você não conhece (jura?) a mecânica é simples: num plano frontal, 2D, à direita ficam porquinhos verdes dentro de estruturas de madeira e outros materiais, e à esquerda você tem um estilingue para puxar arremessando passarinhos. Quando eles atingem as estruturas em volta dos porquinhos, as coisas vão desmoronando e matando os suínos até que não sobre nenhum e você passará de fase. É bem legal sim, mas já faz anos que joguei bastante e não tem mais graça.

 

Carmageddon (grátis / R$ 3,96)

carmageddon

Esse é clássico mas fora dos celulares. O game de corrida de 1997 para PCs tinham como diversão máxima… atropelar pessoas. E destruir os outros competidores na base da porrada, claro. Ganhando bônus por atropelar vários em sequencia, ou enquanto dá um cavalo de pau, voa saltando de uma rampa, enfim, o jogo é tão “errado” que chegou a ser proibido em muitos países, incluindo o Brasil, mas ressussitou nos Androids e iCoisas há poucos meses. É bem nostálgico, mas não vai entreter por muito tempo, logo fica encostado só pra mostrar pros amigos.

 

Color Zen (grátis)

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Esse é novo, pelo menos pra mim. Bastante colorido e bem programado, o jogo roda suave o tempo todo, o que por si só dá um certo prazer de jogar, sem loadings e lags. A ideia é até simples, você tem algumas formas geométricas de cores diferentes e pode arrastá-las com o dedo. Ao trombar duas, a cor da segunda se espalha pela tela assumindo a cor de fundo. Você deve ir trombando as formas até que não sobre nada na tela, e há uma borda persistente de uma cor fixa, ou seja, o último objeto tem que ter essa cor da borda pra que a tela toda fique igual e você passe de nível. Deu pra entender? É grátis mesmo, instale e descubra.

 

Cut the Rope (grátis)

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Outro clássico dos jogos de celular, ao ponto de quase dispensar apresentações, mas já que estamos aqui, vamos lá. Jogo bem bonito e simpático graças ao sapo verde que quer comer seu doce. A missão? Tocar com o doce as três estrelas antes de entregá-lo ao sapo. Para isso, corte as cordas que amarram a bola açucarada, use bolhas, sopradores e outras bugigangas que vão aparecendo com o avanças das fases. Começa ridiculamente fácil e vai complicando. Garante muitas horas de diversão e cabeça quente tentando resolver os puzzles.

 

Dots (grátis)

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Outro na linha dos bonitinhos, suaves e simples. São bolinhas coloridas distribuídas em 6 linhas e 6 colunas e sua tarefa é puxar com o dedo de uma pra outra, da mesma cor, para eliminá-la (ao abrir um espaço, as de cima caem e ocupam o buraco). Quanto mais você conseguir ligar de uma só vez, melhor, vale ir puxando na vertical ou horizontal, sendo que desenhar um quadrado simples de 2×2 é uma espécie de combo que dá mais pontos. São dois modos de jogo, num você tem 60 segundos para fazer o máximo de pontos que conseguir (o jogo pede para se conectar ao Facebook apenas para ver sua lista de amigos e poder comparar seu score com o deles), ou em outro modo você tem 30 movimentos, sem tempo definido. Bem bacana durante um tempo, mas acaba enjoando.

 

Fruit Ninja (grátis / R$ 2,57)

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Mais um da lista de clássicos em celular. Se você chegou na Terra hoje, saiba que trata-se de um jogo em que frutas surgem vindas de baixo da tela, como se alguém estivese jogando pra cima, e você deve cortá-las ao meio com o dedo. Se três frutas caírem sem ser cortadas, o jogo acaba (você recupera essas chances conforme pontua), ou se a qualquer momento cortar uma bomba que é jogada entre as frutas, game over na hora. Simples, exige certa habilidade, bem colorido, típico jogo viciante.

 

Granny Smith (grátis / R$ 4,52)

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A vovó está correndo para pegar as três maças antes do ladrão numa incrível batalha de patins! (e aproveitar para coletar moedas douradas). A velha avança sozinha, você só precisa apertar/segurar um botão na tela que a faz pular/girar no ar, ou o outro botão que a faz usar a bengala para se pendurar em cordas. É bem simples, divertido e razoavelmente acelerado, o que dá uma “adrenalina” diferente de outros jogos mais calmos como Dots e Color Zen citados antes.

 

Jetpack Joyride (grátis)

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Assim como a vovó aí de cima, aqui o intrépido rapazinho de jetpack nas costas também não exige nada para seguir em frente, sua única tarefa é colocar o dedo na tela quando quiser que ele suba e tirar o dedo pra ele descer. Parece ridiculamente simples? Bom, é ridiculamente simples, ao menos a priori, porque a gravidade pode ser invertida, uma armadura mais pesada colocada por cima, e outras esquisitices que acontecem conforme se pega especiais desviando dos diversos obstáculos.

 

Labirinto (grátis / similares)

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Como naqueles antigos fliperamas que você precisava se apoiar nas laterais da mesa para incliná-la e levar a bolinha através do labirinto para chegar no destino, aqui você deve manter o celular deitado usando e ir inclinando para fazer o mesmo usando os acelerômetros do celular. Os labirintos vão ficando cada vez mais complexos e vai te entreter por um tempo.

 

MAMC (grátis / R$ 2,04)

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Cara, esse jogo é uma esquisitice divertida ao melhor estilo TV japonesa. No meio, andares de prédio vão caindo e se empilhando, de cores diferentes, e sua missão e jogar os andares que quiser eliminar para o lado pra que três da mesma cor se alinhem e se transformem em um B (bronze). Depois, junte 3 para conseguir uma prata, 3 pratas para o ouro e finalmente chegar ao diamante. Mas a coisa é mais estranha e engraçada, de cada lado do prédio fica um monstro gigante e você deve tomar cuidado quando jogar um andar neles pois se forem da mesma cor do monstro a barra de “felicidade” sobe, mas se for diferente, a barra desce e o deixa nervoso. Se ficar nervoso demais ele pula e derruba alguns andares/entorta o prédio, até a hora em que tudo desaba e game over. Com tantas cores e músicas 8bit, não tem como não gostar.

 

Pinball Pro (grátis)

pinball

Sem mistérios, é uma máquina de pinball virtual (na verdade várias, você escolha entre diversos modelos). Toque do lado direito ou esquerdo da tela para bater as alavancas e pronto, é só fazer a bolinha se manter subindo e acertando os botões e túneis que dão pontos.

 

Retroid (grátis)

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Outro clássico pré-celulares revisitado. Comum em vídeo-games e PCs, o jogo consiste em puxar para direita e esquerda uma barra horizontal que rebate a bolinha para mante-la subindo e descendo na tentativa de destruir os bloquinhos coloridos que estão no topo. Pegar especiais ao longo da partida podem fazer a barrinha aumentar, diminuir, a bolinha acelerar ou frear, e por aí vai.

 

Shine Runner (R$ 2,04)

shine

Corra com seu hovercraft no pântano tentando pegar o máximo de sacos de dinheiro. A cada fase completada você pode usar a grana pra comprar coisa que vão ajudá-lo. É razoavelmente simples, visual bem feito, e entretêm até você começar a cansar do formato – valeu a pena porque peguei em promoção, mas provavelmente não compraria no preço normal.

 

Subway Surf (grátis)

subway

Esse jogo me viciou como poucos, sério, por dias, eu chegava em casa e ficava um bom tempo, talvez horas, jogando mais e mais. Ao estilo Temple Run, você corre automaticamente para frente, podendo se deslocar para esquerda ou direita, pular e agachar. A ideia é fazer muitos pontos, para isso, recolha moedas e corra pelo maior tempo possível – nada de trombar nas coisas. Diversos especiais que se encontra durante a corrida, pequenas missões, multiplicadores de pontos… Exige certa habilidade e quanto mais você joga, mais pega o jeito (dica: cumpra as missões, foque muito nelas, pois aumentar seu multiplicador faz toda a diferença).

 

You Are Surrounded (grátis)

yas

Por fim, um jogo brasileiro! Desculpem os desenvolvedores locais, mas realmente é preciso destacar, parece coisa rara. O FPS se utiliza do posicionamento 360 graus do celular – você deve jogar em pé com o aparelho na altura do rosto, girar seu corpo para olhar em volta, levantar ou abaixar o aparelho para olhar pra cima ou pra baixo. Imersão real, o celular/tablet são seus olhos. Na tela, toque para mirar e atirar nos zumbis que vem até você. Ainda é beta, só existe uma fase e não acontece muita coisa diferente, mas é bem legal conhecer essa forma de colocar o jogador dentro da história e vamos torcer para que a versão final fique realmente completa, com mais opções e eventos acontecendo.

 

E você, quais jogos tem? Conta pánóis nos comentários :)

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Administrador, desenvolvedor, gamer, tecnófilo, viajante, otimista nato, calmo por natureza. Criador do eco4planet, já escreveu para o Gizmodo e Papo de Homem e participou do podcast Guia Prático, do Manual do Usuário.
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